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AQUECIMENTO GLOBAL: o Planeta está cada vez mais quente!

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Infelizmente, os resultados de medidas climáticas continuam confirmado o aumento do aquecimento do nosso belo PLANETA!

Mais e mais pessoas estão sentindo o impacto dessa mudança climática.

Um exemplo flagrante é o aumento extremo de calor experimentado no verão ao redor do mundo, tanto na temperatura diária quanto na quantidade de dias mais quentes.

Trabalhando na Sun Yat-Sen University, em Cantão (China), a equipe de Xingqin Fang constatou que a cada ano estamos ficando com temperaturas mais extremas no verão.

A onda de calor nos dias do verão no hemisfério norte aumenta a taxa duas vezes mais rápida do que há 30 anos atrás!

Os pesquisadores obtiveram os dados meteorológicos sobre a temperatura do verão no hemisfério norte que foram coletados globalmente desde 1948 pelos National Centers for Environmental Prediction (Centros Nacionais de Previsão Ambiental, http://www.ncep.noaa.gov/).

As análises de regressão linear mostraram que ao longo dos últimos 60 anos, as temperaturas máximas e mínimas diárias estão aumentando a taxas de 0,05, 0,087 e 0,023 graus por década, respectivamente.

A quantidade de dias quentes também tem aumentado a taxa de 2,18 dias por década, embora essa tendência crescente não tenha sido uniforme ao longo de todo o período de 60 anos.

Uma ligeira tendência decrescente foi observada na primeira metade do período.

A aplicação das análises de regressão linear para a segunda metade do período mostrou que, ao longo dos últimos 30 anos, a quantidade de dias quentes está aumentando a taxa de 4,53 dias por década.

Essas tendências podem variar de local para local: o maior aumento da taxa foi observada na zona central do Atlântico tropical, enquanto as maiores taxas decrescentes foram registradas na Mongólia e no norte da China.

Os pesquisadores vinculam essa diferença a fenômenos atmosféricos oceânicos de âmbito global, como o já famoso El Niño.

Será que vale a pena ligar o ventilador?

Esses resultados fazem parte do recente trabalho de Fang, X., Wang, A., Fong, S. K., Lin, W. & Liu, J. Changes of reanalysis derived Northern Hemisphere summer warm extreme indices during 1948–2006 and links with climate variability. Global Planet. Change (2008).

ÁGUA: bem VITAL, não RENOVÁVEL!

terça-feira, 10 de junho de 2008

Neste planeta que chamanos de TERRA, mais de UM BILHÃO DE PESSOAS estão sem acesso a água potável e mais de DOIS BILHÕES DE PESSOAS tem pouco ou nenhum saneamento básico.

Como a água é consumida por demandas cada vez maiores de alimentos e energia e sua distribuição no planeta está sendo alterada pelas mudanças climáticas, cabe a pergunta:

O que podemos fazer para garantir a disponibilidade da água potável para o futuro, incluindo quem hoje não a tem?

Sabemos que a água é um bem natural vital, mas não é renovável!!!

O que isso significa?

Primeiro: Não há como repor a água ou conseguir mais água do que a que existe neste planeta.

Segundo: Se não transformarmos o nosso comportamento com relação ao MAL USO da ÁGUA, estamos nos condenando à morte lenta, gradual e, provavelmente, definitiva.

O índice de poluição das águas está ficando fora de controle, ou seja, para tornar a água potável será necessário gastar muito mais energia em um tempo cada vez menor.

As conseqüências são previsíveis: cada vez menos pessoas terão acesso à água potável.

Além disso, estamos perdendo terreno para as alterações provocadas pelas mudanças climáticas.
Em várias regiões deste planeta o ciclo das águas está sendo modificado porque provocamos intensas e extensas mutações ao nosso habitat – desmatando, acumulando lixo não degradável, poluindo a atmosfera – desestruturando rapidamente o conjunto de relações bio-físico-químicas existente entre os diversos ambientes terrestres.

Já não são suficientes tantas catástrofes naturais?

Precisamos, URGENTEMENTE, de muita coragem para deter essa destruição!

Entre muitas iniciativas individuais e familiares possíveis de realizar, temos que:

1- nos fazer presente e nos fazer ouvir em todos os foruns nacionais e internacionais;

2- criar comitês de ruas, bairros, cidades para desenvolver processos de controle das nascentes dos igarapés, riachos, protegendo a utilização dessas águas;

3- exigir o desenvolvimento de tecnologias que não destruam o ambiente;

Talvez assim consigamos, pelo menos, começar a deter a mutação que estamos impinindo ao nosso pedaço de chão: a bela Amazônia.

OBS: A foto é da NASA e mostra a Terra vista pelo astronauta na Apollo 11 ao passar por trás da Lua; pela face iluminada da Terra, o Sol está para cima na direção vertical.