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	<title>Ciência, Tecnologia e Ensino &#187; neuro-imagens</title>
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	<description>Artigos, análises e comentários sobre ciência, tecnologia e ensino em geral. Em particular, temas atuais a respeito da pesquisa em Física, informática e do ensino e aprendizagem de Física.</description>
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		<title>Física Aplicada: NEURO-IMAGENS</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2007 12:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raffa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Física aplicada]]></category>
		<category><![CDATA[SQUID]]></category>
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		<description><![CDATA[Os dispositivos de interferência quântica feitos com materiais supercondutores, ou SQUIDs (sigla de superconducting quantum interference devices), são instrumentos notavelmente sensíveis para detectar campo magnético com baixa intensidade. Quando dispostos em uma estrutura especial tipo “capacete”, podem ser usados para detectar os diminutos campos magnéticos emitidos pelo cérebro humano.Entretanto, estas máquinas de neuro-imagens tendem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">Os dispositivos de interferência quântica feitos com materiais supercondutores, ou <strong>SQUID</strong>s (sigla de superconducting quantum interference devices), são instrumentos notavelmente sensíveis para detectar <strong>campo magnético com baixa intensidade</strong>. Quando dispostos em uma estrutura especial tipo “capacete”, podem ser usados para detectar os diminutos <strong>campos magnéticos emitidos pelo cérebro humano</strong>.<br />Entretanto, estas <strong>máquinas de neuro-imagens</strong> tendem a ser grandes e caras, em parte porque os SQUIDs requerem a manutenção contínua de temperatura obtida só com o uso do helio liquefeito, ou seja, ao redor de 4,2 Kelvin.<br />Pesquisa recente mostrou que alguns <strong>gases atômicos</strong> também são sensíveis ao campo magnético de baixa intensidade e podem ser usados para detectar os campos <strong>magnéticos emitidos pelo coração</strong>, bem mais intensos que os <strong>campos magnéticos emitidos pelo cérebro</strong>.<br />Refinando esta técnica, o pesquisador Xia e seus colaboradores – Appl. Phys. Lett. 89, 211104 (2006) &#8211; conseguiram medir os <strong>sinais magnéticos</strong> centenas de vezes mais fracos <strong>emitidos pelos cérebros humanos</strong>.<br />Uma nuvem de <strong>átomos de potássio</strong> isolados em uma célula de gás é excitada por luz &#8211; excitação ótica produzida por laser &#8211; tão eficazmente que obriga todos os átomos a alinharem os <strong>spins</strong> no mesmo sentido, semelhante a agulhas arrumadas lado a lado com as pontas no mesmo sentido. Então a presença de um campo magnético transversal causa o movimento de precessão nos átomos, o que induz, por sua vez, a rotação ótica de um feixe de prova usado para quantificar o campo. A medida combina a sensibilidade dos SQUIDs em baixa temperatura sem a necessidade de refrigeração criogênica.</div>
<p>
<div align="justify">OBS: 1) A grandeza física denominada de SPIN faz parte da interpretação quântica e relativística associada a uma propriedade intrínsica da natureza: o dipolo magnético; por meio do comportamento do  SPIN são medidas as propriedades magnéticas dos elementos químicos.</div>
<div align="justify"> </div>
<div align="justify">2) Quem quiser conhecer melhor o funcionamento dos SQUIDs, pode consultar o site <a href="http://www.lanl.gov/quarterly/q_spring03/squid_text.shtml">www.lanl.gov/quarterly/q_spring03/squid_text.shtml</a> do Los Alamos National Lab.</div>
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