Há muito tempo os químicos tentam recriar a fotossíntese em laboratório e aumentar a eficiência de conversão da luz solar em combustível limpo.
Essa limitação só pode ser superada se a energia solar for armazenada em baterias, no entanto esse processo ainda é muito caro!
Por essa razão os químicos perguntam: será possível transformar a luz solar em combustível?
E o combustível que serve para as plantas não necessariamente funciona para nós: os amidos e açúcares têm de ser tratados posteriormente se as nossas necessidades são mais sofisticadas do que simplesmente comer e depois expelir as sobras.
Enquanto o sistema fotovoltaico, ou célula solar, é um processo que produz corrente elétrica deslocando os elétrons de um lugar para outro, para produzir combustível com a fotossíntese os elétrons precisam ser retirados da água e armazenados em ligações químicas.
E o projeto que eles têm de superar ou, pelo menos, imitar, não só funciona em temperatura ambiente como também não necessita de metais catalisadores caros.
Produzir algo tão barato e similar as máquinas utilizadas pelas plantas continua sendo um desafio fundamental.
O cerne do projeto é constituído por três problemas químicos básicos, cada um abordado por uma equipe de pesquisadores.
1- Conceber um material acessível para coletar energia do Sol e convertê-la em corrente elétrica (a equipe responsável é liderada por Nate Lewis, no Caltech – California Institute of Technology).
3- Conceber outro catalisador para a outra extremidade do material para produzir hidrogênio, o qual será utilizado como combustível (a equipe é liderada por Harry Gray, também no Caltech).