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	<title>Ciência, Tecnologia e Ensino &#187; células de memória</title>
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	<description>Artigos, análises e comentários sobre ciência, tecnologia e ensino em geral. Em particular, temas atuais a respeito da pesquisa em Física, informática e do ensino e aprendizagem de Física.</description>
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		<title>Armazenamento de Dados: Resistência com Memória</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 14:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raffa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Física aplicada]]></category>
		<category><![CDATA[células de memória]]></category>
		<category><![CDATA[eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[lacunas]]></category>
		<category><![CDATA[memória quântica]]></category>
		<category><![CDATA[óxidos metálicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os óxidos metálicos estão fornecendo métodos de rápido armazenamento de dados para computadores.
Na Universidade de Pequim a equipe de Jinfeng Kang desenvolveu células de memória feitas com óxido de zinco que são muito promissoras.
Com facilidade as células podem ser eletricamente ligadas entre estados de alta e baixa resistência que podem representar a memória binária dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os <span style="color:#ff0000;">óxidos metálicos</span> estão fornecendo métodos de rápido <span style="color:#ff0000;">armazenamento de dados para computadores</span>.</p>
<p>Na Universidade de Pequim a equipe de Jinfeng Kang desenvolveu <span style="color:#ff0000;">células de memória</span> feitas com óxido de zinco que são muito promissoras.</p>
<p>Com facilidade as células podem ser eletricamente ligadas entre estados de alta e baixa resistência que podem representar a memória binária dos &#8216;0 &#8216;e&#8217;1&#8242;.<br /><img style="display:block;cursor:hand;text-align:center;margin:0 auto 10px;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_eRlYy8OBRNA/SE_lwPF4E5I/AAAAAAAAAEk/FOHwXpaQ4Tw/s320/Mem%C3%B3riaResist%C3%AAncia.jpg" border="0" />O sistema inclui uma camada de óxido de zinco com 30 nanômetros (30 metros divididos por 1,0 bilhão) de espessura colada entre dois eletrodos de platina e nitreto de titânio (tipo sanduiche).</p>
<p>Os pesquisadores dividiram a chapa da amostra em <span style="color:#ff0000;">células de memória</span> com diversos tamanhos e, aplicando diferentes voltagens, descobriram que:</p>
<p>1- <strong><em>a tensão de (+1,2 V) causa uma queda súbita na resistência</em></strong>;</p>
<p>2- <strong><em>isso pode ser revertido para um estado de alta resistência, aplicando a tensão de (-1,2 V)</em></strong>.</p>
<p>Essas células de memória operaram com menor tensão do que os dispositivos anteriores feitos com tungstênio e <span style="color:#ff0000;">são capazes de reter os estados de alta ou baixa resistência por pelo menos 24 horas</span>.</p>
<p>Para que esse efeito aconteça, os pesquisadores estão supondo que a tensão aplicada em certo sentido causa a migração de elétrons do óxido de zinco, deixando lacunas nos átomos de oxigênio (átomos de oxigênio sem elétron) que facilitam a condução elétrica, caracterizada pela baixa resistência elétrica na célula.</p>
<p>Quando a voltagem é aplicada no sentido oposto, as lacunas nos átomos de oxigênio são neutralizadas pelos íons da camada de nitreto de titânio, fazendo a célula retornar para o estado de alta resistência.</p>
<p>Os detalhes técnicos e científicos desse trabalho são encontrados em:</p>
<p>Xu, N. et al., <em>Bipolar switching behavior in TiN/ZnO/Pt resistive non-volatile memory with fast switching and long retention</em>. Semicond. Sci. Technol. 23, 075019 (2008).</p>
<p>Obs: A figura foi publicada na revista Nature China de 11 de junho de 2008.</p>
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