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	<title>Ciência, Tecnologia e Ensino &#187; borboleta</title>
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	<description>Artigos, análises e comentários sobre ciência, tecnologia e ensino em geral. Em particular, temas atuais a respeito da pesquisa em Física, informática e do ensino e aprendizagem de Física.</description>
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		<title>LUZ ALADA</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2007 22:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raffa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Física aplicada]]></category>
		<category><![CDATA[LED]]></category>
		<category><![CDATA[borboleta]]></category>
		<category><![CDATA[cristais fotônicos]]></category>
		<category><![CDATA[diodos]]></category>
		<category><![CDATA[nanoestruturas]]></category>

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Nos emissores óticos sintéticos feitos em laboratório, tais como os diodos emissores de luz (LED), acontece um paradoxo: a maior parte da luz produzida permanece presa dentro do dispositivo.
Por isso os físicos começaram a explorar as estruturas conhecidas como cristais fotônicos para tentar extrair mais luz.
Mas enquanto eles tentavam forjar os dispositivos mais eficientes, foi [...]]]></description>
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<div>Nos emissores óticos sintéticos feitos em laboratório, tais como os diodos emissores de luz (LED), acontece um paradoxo: a maior parte da luz produzida permanece presa dentro do dispositivo.</p>
<p>Por isso os físicos começaram a explorar as estruturas conhecidas como <strong>cristais fotônicos</strong> para tentar extrair mais luz.</p>
<p>Mas enquanto eles tentavam forjar os dispositivos mais eficientes, foi identificado que a borboleta “<em><strong>cauda de andorinha</strong></em>” já dominou a arte de emitir luz.</p>
<p>A atraente borboleta <em>Papilio nireus</em> que habita a Ásia oriental e central, tem as asas crivadas com pastilhas iridiscentes emitindo na cor verde-azul.</p>
<p>Para entender melhor as propriedades óticas dessas pastilhas da borboleta, Pete Vukusic e Ian Hooper usaram a microscopia eletrônica (Science 310, 1151; 2005). Suas imagens revelam que as asas dessa borboleta contêm uma intricada estrutura nanométrica de <strong>cristais fotônicos naturais</strong>.</p>
<p>Uma variedade surpreendente de <strong>estruturas fotônicas naturais</strong> está sendo descoberta não apenas nas borboletas, mas também em outros insetos, pássaros e peixes.</p>
<p>Isso faz lembrar os pássaros, peixes, insetos e bactérias que se orientam pelo campo magnético terrestre, fenômeno que ainda não conseguimos imitar.</p>
<p>Parece que a nossa tecnologia sempre chega atrasada, pois a natureza foi bem mais rápida!</p></div>
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