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	<title>Ciência, Tecnologia e Ensino &#187; água</title>
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	<description>Artigos, análises e comentários sobre ciência, tecnologia e ensino em geral. Em particular, temas atuais a respeito da pesquisa em Física, informática e do ensino e aprendizagem de Física.</description>
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		<title>QUÍMICA MÉDICA: Implantes Protegidos de Microorganismos</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 14:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raffa</dc:creator>
				<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[implante]]></category>
		<category><![CDATA[microorganismos]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a implantação ou inserção de dispositivos médicos no corpo humano, como os cateteres, os micróbios patogênicos podem ser introduzidos no paciente.
Uma vez implantados, os micróbios podem se incrustar à superfície do dispositivo de tal modo que formam um biofilme, e isso é uma causa comum de falha do dispositivo.
Para superar esses problemas, várias estratégias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a implantação ou inserção de dispositivos médicos no corpo humano, como os cateteres, os micróbios patogênicos podem ser introduzidos no paciente.</p>
<p>Uma vez implantados, os micróbios podem se incrustar à superfície do dispositivo de tal modo que formam um biofilme, e isso é uma causa comum de falha do dispositivo.</p>
<p>Para superar esses problemas, várias estratégias têm sido utilizadas para criar revestimentos que são antimicrobianos ou não incrustantes.</p>
<p>Neste mês, a equipe do dr. Cheng anunciou o desenvolvimento de um revestimento que combina essas duas propriedades passando de antimicrobiano para o estado não incrustante por processo de hidrólise.</p>
<p>Especificamente, eles aplicam um derivativo de poli(metacrilato) com cadeias laterais catiônicas que se tornam zwitterionic após a conversão de um terminal éster em carboxilato.</p>
<p>Dentro de 1 hora de exposição ao revestimento preparado inicialmente, 99,9% das bactérias <em>Escherichia coli</em> incrustadas estavam mortas.</p>
<p>Ao longo dos próximos 2 a 8 dias, o revestimento lentamente hidrolisado vai liberando 98% das células microbianas mortas.</p>
<p>A natureza não incrustante do revestimento hidrolisado previne a continuação das células microbianas e a formação de um biofilme sobre o dispositivo implantado.</p>
<p>Graduando adequadamente a taxa de hidrólise do revestimento, será possível adaptá-lo para uma gama de aplicações em dispositivos médicos implantáveis.</p>
<p>Esse trabalho foi publicado por Cheng <em>et al</em> na revista Angew. Chem. Int. Ed. 47, 10.1002/anie.200803570 (2008).</p>
<p>OBS: O zwitterionic é um composto químico com íon dipolar capaz de transportar simultaneamente carga elétrica positiva e negativa e usualmente é muito solúvel em água, mas pouco solúvel na maioria dos compostos orgânicos; os melhores exemplos desse tipo de composto são os aminoácidos com um grupo base NH<span style="font-size:85%;">2 e um grupo ácido COOH</span>.</p>
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		<title>AMAZÔNIA: Como desenvolver sem destruir?</title>
		<link>http://www.professandofisica.com/amazonia/amazonia-como-desenvolver-sem-destruir/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 14:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raffa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[florestas]]></category>
		<category><![CDATA[monoculturas]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em entrevista publicada no jornal a Crítica de domingo, 24 de maio, o Arcebispo de Manaus e atual vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Dom Luiz Soares Vieira, comenta alguns pontos relacionados com o ambiente da região amazônica.
Na questão ambiental, Dom Luiz refaz perguntas que ainda continuam difíceis de ser respondidas:
Como vamos desenvolver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp1.blogger.com/_eRlYy8OBRNA/Rn_y0o1-QCI/AAAAAAAAAC8/15imXqQM3YM/s1600-h/DSCI1187.JPG"><img style="float:left;width:536px;cursor:hand;height:313px;margin:0 10px 10px 0;" height="317" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_eRlYy8OBRNA/Rn_y0o1-QCI/AAAAAAAAAC8/15imXqQM3YM/s320/DSCI1187.JPG" width="429" border="0" /></a></p>
<p>Em entrevista publicada no jornal a Crítica de domingo, 24 de maio, o Arcebispo de Manaus e atual vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Dom Luiz Soares Vieira, comenta alguns pontos relacionados com o ambiente da região amazônica.</p>
<p>Na questão ambiental, Dom Luiz refaz perguntas que ainda continuam difíceis de ser respondidas:</p>
<p><strong><span style="color:#33cc00;">Como vamos desenvolver esta região sem deteriorar o ambiente?</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#33cc00;">Que modelo de desenvolvimento deve ser efetivado de tal modo que as populações desta região tenham condições de viver econômica e socialmente bem, sem destruir a própria casa que oferece água e florestas?</span></strong></p>
<p>A proposta básica trazida por Dom Luiz é que &#8220;<strong><span style="color:#ff0000;">para preservar as florestas e a água é preciso colocar nas mãos do povo o resultado das pesquisas sobre a Amazônia e não nas mãos dos grandes laboratórios</span></strong>&#8220;.</p>
<p>Comentando a atual situação do desmatamento, o Bispo confirma que a soja está invandindo a Amazônia pelo sul do Pará e do Amazonas, trazendo <strong>violência e morte</strong>, semelhante ao que ocorreu e continua acontecendo em outras regiões brasileiras.</p>
<p>Afirma que na escolha do <strong>modelo de desenvolvimento</strong> de qualquer região, é necessário fazer o balanço do custo benefício de longo prazo.</p>
<p>Se <strong>na Amazônia temos água e florestas que, no médio e longo prazos, são de uma riqueza inestimável</strong>, vale a pena destruir esse ambiente para plantar soja, ou qualquer outra monocultura, cujo valor fica ao sabor do mercado mundial?</p>
<p>Além disso, a riqueza imediatista trazida por essas monoculturas fica nas mãos de poucos, concentrada com os proprietários. Com a soja, em particular, a maior parte do trabalho é mecanizado e poucas pessoas são contratadas durante todo o processo de produção.</p>
<p>É bom lembrar que a ocupação desordenada e destruidora no sul da região amazônica também acontece com a introdução da bovino cultura.</p>
<p>Na opinião dele &#8220;<strong>o que falta para a Amazônia é um projeto de desenvolvimento global da região</strong>&#8220;.</p>
<p>Considera que as universidades e institutos de pesquisas da região asssociados com as representações da sociedade organizada devem discutir e decidir quais devem ser as regiões que precisam ser preservadas.</p>
<p>Realmente o desenvolvimento da região amazônica sem a conseqüente destruição, precisa estar na pauta de qualquer programa de governo, ou de empresários, para este primoroso pedaço de Mundo.</p>
<p>As <strong>civilizações originais</strong> desta região, os chamados índios atrasados, aqui viveram por cerca de <strong>10 mil anos</strong> e <strong>desenvolveram culturas não destrutivas para a água e as florestas</strong>.</p>
<p>A nossa <strong>civilização avançada</strong>, mal completou <strong>500 anos</strong> e já se encontra nesse terrível dilema.</p>
<p><strong>É IMPRESSIONANTE!!!!</strong></p>
<p>É bem possível que o conhecimento sobre esta região esteja bem melhor desenvolvido nas <strong>atitudes das populações</strong> que habitam nas beiras dos rios e que tiram a sobrevivência diária da água e das florestas.</p>
<p>OBS: a foto acima registra o rio Negro em frente à cidade de Manaus no meio do período de cheia, mostrando o perfil da floresta do outro lado a mais de 6 km; aí estão presentes os três elementos da natureza: <strong><span style="color:#ff0000;">a água, a floresta e o ser humano</span></strong>.</p>
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